Levantamos o que falta às suas equipas, traduzimos isso num plano anual de formação com calendário e orçamento, e medimos o que mudou depois — para que a formação deixe de ser uma despesa avulsa.
Não é um relatório para arquivar. É o material com que a empresa decide o que faz, quando faz e quanto custa.
Entrevistas às chefias e leitura dos indicadores que já tem — rotatividade, qualidade, acidentes, reclamações. O que dói primeiro é o que se trata primeiro.
Por função e por pessoa: o que é exigido, o que existe, onde está a falha. Serve para formação, mas também para recrutamento e progressão.
Ações, destinatários, calendário, carga horária e custo. Já com as 40 horas obrigatórias cobertas e distribuídas ao longo do ano, em vez de acumuladas em dezembro.
Os mesmos indicadores medidos depois, para saber o que mudou. É a parte que quase toda a gente salta — e a única que responde à pergunta se valeu a pena.
Um plano de formação bem feito é o que permite concorrer a financiamento. Nós preparamos a parte formativa; a decisão é sempre do organismo que gere o programa.
Formação para ativos de PME, em candidaturas próprias ou através de projetos conjuntos.
Consultoria e formação combinadas, com um projeto de melhoria dentro da empresa.
Candidaturas coletivas dinamizadas por associações setoriais, que baixam a barreira de entrada às empresas mais pequenas.
Aprovação. Os prazos e a decisão dependem do organismo gestor — o que garantimos é o plano, a elegibilidade da formação e a execução sem falhas documentais.
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